8/10/2017

PRESO NÃO PODERÁ TER ACESSO À INTERNET, DIZ ROBERTO ROCHA



Relatório do senador defende proibição para impedir que presidiários planejem crimes por meio das redes sociais, aplicativos de mensagens e e-mails

Brasília- A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta quarta-feira, 9, o Projeto de Lei 586/2011, de autoria do senador Paulo Bauer (PSDB-SC), que altera a lei de execução penal, para determinar como falta grave o acesso não autorizado do preso à internet. A proposta relatada pelo senador Roberto Rocha (PSB-MA) aumenta a severidade da punição para condenados que acessarem, dentro de presídios, endereços eletrônicos, programas de conversação ou qualquer rede social de comunicação com objetivo de cometer crimes.

Em sua justificativa, o parlamentar maranhense ressaltou que o presidiário tem direito ao exercício de atividades profissionais, artísticas e intelectuais, quando compatíveis com a pena, mas sem qualquer acesso a uma conexão à internet quando estiver em regime fechado. “O uso inadequado e indevido de smartphones em presídios têm gerado inúmeros transtornos à sociedade, uma vez que eles são utilizados muitas vezes para planejamento de novos crimes, como o tráfico de drogas e de armas, organização de motim e rebelião coordenadas nas cadeias, além de crimes ocorridos do lado de fora do sistema prisional”, frisou Roberto Rocha.

São Paulo lidera o ranking de população carcerária com 230 mil presidiários. Embora o Maranhão possua aproximadamente sete mil presos, o Estado nordestino tem a menor relação entre polícia e cidadão do Brasil. “São apenas sete mil policiais para pouco mais de sete milhões de pessoas. É menos de um para mil. E o Maranhão possui um problema carcerário muito grande. Todos viram o episódio lamentável da chacina em Pedrinhas” relatou Roberto Rocha.

A proposta é em caráter terminativo, e, portanto, segue diretamente para deliberação da Câmara dos Deputados. ( Da Asssessoria)

8/09/2017

Índio cantor sertanejo quer conhecer seus ídolos Zezé di Camargo e Luciano


O índio Moisés Guajara, da Aldeia Zutiua, no município de Arame, ainda na adolescência descobriu-se  cantor. Chegava a impressionar os colegas  de aula e professores na escola onde estudava onde ao interpretar sucessos das bandas da moda como RPM, Paralamas do Sucesso, entre outras de grande  sucesso daquela época.  Conta que detestava música sertaneja até que um dia esse conceito sofreu um impacto ao ouvir uma fita cassete  com as musicas da  dupla Zezé de Camargo e Luciano. Daquele  dia em diante abandonou o pop e passou a cantar somente as músicas da dupla. Nascia ali o índio sertanejo Moisés Guajajara cujo maior sonho é conhecer pessoalmente os ídolos que passou a interpretar.
“Pra mim só existe essa dupla. Recebo críticas por cantar somente as músicas do Zezé e do Luciano, mas isso não me atinge nem me desanima.  Me orgulho de ser o primeiro Guajajara a cantar musicas da dupla. Depois de mim, surgiram até outros, mas infelizmente sumiram , e eu continuo firme cantando e nessa esperança de um dia poder  conhecer meus ídolos”  declarou Moisés.
Moisés Guajajara contou a O Progresso que ao longo da sua carreira, que desenvolve paralela a de professor, apareceram muitas pessoas com a promessa de ajudá-lo a se  encontrar com irmãos Zezé e Luciano mas nenhuma  ajuda deu certo até hoje. Ele reconhece que não é fácil, mas que  não desistirá do sonho.
“Na minha aldeia sou professor, mas eu gosto mesmo é de cantar”
Como muitos cantores talentosos, mas ainda considerados  anônimos pelo grande público,   Moisés divulga seu trabalho mais pela  internet na expectativa de que algum produtor  musical,  ou de algum programa de  auditório se  interesse pelo seu trabalho,  ou mesmo via compartilhamentos dos vídeos,  a dupla Zezé de Carmargo e Luciano tome conhecimento que na Aldeia Zutiua existe um índio chamado Moisés Guajaraja que há anos faz apresentações só com suas músicas e  que o maior sonho é conhecê-la pessoalmente.
 Na rede é possível encontrar vários vídeos  do artista maioria gravado na aldeia onde vive localizada a 72 quilômetros da sede  de Arame.





8/07/2017

Futebol americano chega e ganha espaço em Imperatriz


Assessoria

"O Imperatriz Riversides" começa a dar passos importantes no esporte e visa futuros campeonatos.

Muitos ainda não sabem, mas o futebol americano está presente na cidade. O Imperatriz Riversides que no início chegou a se chamar Imperatriz Dragons, é pioneiro do esporte em Imperatriz e está prestes a completar três anos de atividade trazendo a modalidade flag football, adaptação do futebol americano tradicional, jogado de uma forma que busca evitar ao máximo o contato.

Nos últimos anos o futebol americano vem tendo um notável crescimento com recordes de audiência e cada vez mais novos adeptos. O time tem como objetivo participar do campeonato estadual e até da liga nacional no próximo ano.

Para Tayã Santana, quarterback (lançador) do Riversides, participar de um campeonato é essencial para a evolução da equipe. “Nossa meta é participar de algum campeonato reconhecido nacionalmente em 2018. Vemos o São Luís Sharks representando muito bem nosso estado no Brasil e buscamos inspiração nesse bom exemplo, para tentar no futuro, também representar muito bem o nome de nossa cidade no futebol americano nacional”.

A equipe já teve algumas experiências no decorrer de sua história, como um amistoso no estado do Tocantins contra o Araguaína Cowboys, quando ainda se chamava Dragons, numa partida que terminou por 43 a 0 para os donos da casa. Recentemente o time realizou um jogo treino contra o Imperatriz Wolves, outro time da cidade que foi criado há pouco tempo, onde o Riversides venceu a partida por 18 a 0.

O grande foco da equipe é participar do estadual de Futebol Americano no ano que vem, que pretende reunir as seis equipes do estado, três da capital e três do interior (Imperatriz Dragons, Imperatriz Wolves, Codó Snakes, São Luís Sharks, Águias Team e Tupinambás). Outro objetivo, e não menos importante, é do time participar da liga nacional, com etapas que começam em confrontos regionais e podem levar o time a competir em embates com equipes de todo o país, a partir do momento em que avançam-se as fases do torneio.

As dificuldades são presentes para um esporte que foge ao futebol tradicional da bola redonda, questões como apoio financeiro, de materiais são bancados do bolso dos próprios atletas e o espaço para treino é sempre improvisado. Atualmente os treinos são realizados nos finais de semana a tarde na praça da juventude da avenida Bernardo Sayão (em frente a UPA) ou na avenida Beira rio.


Qualquer pessoa pode começar a treinar no time, desde já. Para isso, basta entrar em contato pela página do facebook ou no instagram dos Riversides.